Cervejas, Baranga e Telefonemas

Tô exausto. Passei parte da tarde e começo da noite resolvendo uns exercícios pendentes pra faculdade. Enchi a cara ontem, e acabei gostando da nova cerveja que experimentei. Fiquei chapado, agarrei uma baranga e liguei pra pessoas com quem não falava havia muito.

Uma delas foi a Caroline, fazia uns dois anos que a gente não se falava. Aconteceu que trocamos uns beijos e confundimos algumas coisas, daí acabamos não nos falando mais etc. Ela surgiu no Twitter recentemente e acabei vendo nisso uma boa oportunidade pra gente voltar a se falar. Deu certo,  eu acho.

Também liguei pra Lorena, uma amiga de internet. A gente já se falou mais no passado, principalmente pelo Messenger, mas de uns tempos pra cá nosso contato tem sido muito restrito. Já tinha o número dela faz um tempo e o álcool me fez criar coragem pra ligar. Também deu certo, foi uma boa conversa. Ela tem aquele sotaque sulista que cai bem em mulheres bonitas e olhudas.

Hoje mais cedo eu me cadastrei num site de idiomas, o Lang8. Tem um método interessante. Basicamente, você escreve textos no idioma que está estudando e os falantes nativos fazem correções indicando possíveis melhoras etc. Sem contar a possibilidade de fazer amizades, treinar conversação pelo Skype ou outro recurso, e talvez - numa remota possibilidade - ver uns peitinhos gringos ao vivo.

Vou me esforçar mais no que diz respeito a estudar inglês, vou usar o tempo livre das férias e estudar o necessário.

Estou lendo A Caverna, do Saramago. Dizer que é bom é redundante.

Já farto das músicas que tenho no telefone, acabei escutando um pouco de rádio, tava passando um programa em que tocavam apenas Aviões do Forró. Até que não doeu, é bem ritmado e alegre. As letras são um primor.

Certa vez eu disse por aqui que as pretensões haviam acabado, menti. Nunca se foram, sempre fui muito cheio delas. Mais recentemente elas têm me destruído, quero ser muitas coisas e acabo sendo nada. Caso clássico, clichê, sentimentalismo de boteco etc. eu sei o roteiro.  Mas um dia isso passa, a purberdade não há de durar tanto assim.
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